Espaço do Colaborador -- Participação de Roberto Carneiro Giraldes (Betinho)
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Nesta sequência de imagens, registradas por José Nogueira, somos convidados a reviver alguns momentos marcantes em Ilhabela, compartilhados com sensibilidade e memória pelo Roberto Carneiro Giraldes, o Betinho. O Arquivo Ilhabela® agradece pela valiosa participação... e você? Ao observar essas imagens, que lembrança de Ilhabela vem à sua memória? Compartilhe conosco suas recordações.
Nesta sequência de imagens, registradas em 1976 pelas lentes sensíveis de Cesar Cesaro, somos convidados a revisitar momentos marcantes de uma pescaria em Ilhabela — fragmentos de um tempo em que o mar, a amizade e as histórias compartilhadas à beira do canal se entrelaçavam na construção de memórias duradouras.
Foto 5 — Registro de 1976 no Yacht Club de Ilhabela. A fotografia, feita por Cesar Cesaro, eterniza um dia especial: eu (Betinho) exibindo algumas enchovas pescadas ao lado dos amigos Zezo Marino e Vicente Molinari — memória de amizade, mar e boas histórias à beira do canal.Foto 7 — Mais um registro de 1976, pelas lentes de Cesar Cesaro. Aqui, eu havia arpoado uma sarda. Vicente Molinari, que estava conosco, acreditou que pudesse ser um recorde paulista — e por isso fizemos a foto.
Foto 8 — Na Vila, centro histórico de Ilhabela, em 1976 — ali estava eu, fazendo pequenos reparos na minha CB 750. Entre ferramentas, graxa nas mãos e o vai e vem tranquilo da época, um retrato simples de um tempo em que a vida corria sem pressa e cada detalhe tinha sua própria história.
Nesta sequência de imagens do álbum de família de Betinho, revisitamos a antiga residência localizada na Vila, no Centro Histórico de Ilhabela. Em publicações anteriores, ele contou que esteve na ilha pela primeira vez em 1957 e que, em 1961, seus pais adquiriram o imóvel que se tornaria palco de tantas memórias afetivas.
Foto 9 — julho de 1968... Dona Nenê surge novamente, com os trajes característicos da época, caminhando por uma rua ainda de terra, antes do calçamento. À direita da imagem, vemos a Praça Coronel Julião; ao fundo, o tradicional Recanto do Samba. À esquerda, a casa de paredes brancas e janelas verdes que, anos depois, abrigaria a agência da Nossa Caixa Nosso Banco. Um detalhe que sempre chama atenção nas fotografias antigas da ilha: a presença quase obrigatória de um cachorro na cena — discreto observador do cotidiano.
Foto 10 — Dona Nenê na área frontal da residência, tendo como pano de fundo o casario histórico da Vila. Mais uma vez, o inseparável cão marca presença. Betinho compartilha ainda uma curiosidade pitoresca: as celas da antiga cadeia, próximas à residência, davam para a casa da família. Não era incomum ouvir os detidos — “alterados” até passar a embriaguez — chamarem da janela: “Betinho, vai chamar o doutor Renato para me tirar da cadeia!”... O doutor Renato, que hoje dá nome à Biblioteca Renato Lopes Corrêa, integra essa memória viva da Vila.
Foto 11 — Ano de 1981... Dona Nenê e Felix na área residencial da casa. A imagem é envolvida pelo verde abundante que caracterizava a paisagem urbana da época, traduzindo a serenidade de uma Ilhabela marcada pelo convívio comunitário, pelo perfume das flores e frutas e pela simplicidade do dia a dia.
Foto 12 — Dona Nenê posa na calçada em frente à casa da família, ao lado de uma Volkswagen Brasília, símbolo de status e modernidade nos anos 1970 — “a BMW da época”. O registro revela não apenas a elegância de uma geração, mas também a atmosfera tranquila da Vila naquele período.
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