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27.8.26

Arquivo Ilhabela Participa da Série Documental “Descobrindo o Litoral”

 Por Edson Souza e Giliard Miguel

Assista ao Episodio Completo: CLIQUE AQUI

Assista a Participação do Arquivo: CLIQUE AQUI

A equipe do Arquivo Ilhabela®, representada pelo jornalista Edson Souza, foi convidada a participar da série documental “Descobrindo o Litoral”, produção que percorre municípios da Baixada Santista e do Litoral Norte de São Paulo, revelando histórias, personagens, patrimônios culturais, paisagens naturais e iniciativas que ajudam a construir a identidade do litoral paulista.

22.5.26

Villa Bella da Princesa - Ilhabela - Participação de Roberto Julião

 Espaço do Colaborador -- Participação de Roberto Julião

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Um mergulho no tempo… Na Vila de Ilhabela, lá pelos anos 1940, a vida corria em outro ritmo — mais lento, mais simples, mais próximo da natureza. A cena revela um dia comum, mas cheio de significado: crianças e adultos aproveitando as águas calmas, sentados sobre as pedras ou se refrescando à beira-mar, sob o olhar sereno das palmeiras.

1.2.26

Revitalização da Rua Professor Malachias de Oliveira Freitas: Memória, Obras e Transformações em Ilhabela

 Reportagem: Edson Souza

Fotografias: Manoel Marcos (2001-2002) // Giliard Miguel (2018-2020)

Nesta postagem, relembramos a fase de revitalização da Rua Professor Malachias de Oliveira Freitas, localizada no bairro da Barra Velha, em Ilhabela.

Ao longo dessa via e em suas proximidades estão importantes equipamentos públicos e privados do município, como a Escola Maria Gema de Souza Oliveira, a IETEC – Escola Técnica de Ilhabela, a Base do Corpo de Bombeiros, o Hospital Governador Mário Covas Júnior, a Pousada Casa de Pedra, além da Garagem Municipal, entre outros.

10.12.25

A Ilha dos Paqueras - Filmado no Litoral Norte de SP

 Por Edson Souza - Coluna: Filmografia em Ilhabela

"Esse é um trabalho para o James Bond Cearense!"

A Ilha dos Paqueras (1970), dirigido por Fauzi Mansur, foi o segundo filme de Renato Aragão antes da formação oficial do grupo Os Trapalhões. A produção também marca o primeiro longa-metragem em que Aragão contracena com Dedé Santana — muito antes dos consagrados personagens Didi e Dedé.

As filmagens ocorreram em cenários icônicos de Ilhabela, como a Praia da Feiticeira, a Fazenda São Matias e a Praia do Viana. Em Caraguatatuba, o filme utilizou como locações a antiga Fazenda dos Ingleses e a Praia da Pedra do Jacaré.

9.12.25

A História de Boiçucanga

Sandra Regina Novais e Luiz Carlos dos Passos

A série "Quem Tem Medo de Lendas?" de Maria Angélica de Moura Miranda

Em 2021, a jornalista e escritora Maria Angélica de Moura Miranda fez uma série chamada “Quem tem medo de Lendas?”, eram 4 livros com 6 histórias em cada livro, sobre o Litoral Norte de São Paulo. O título era uma provocação, pois ela registrou fatos reais numa releitura que parecia lenda.

Além dos livros, o escritor Henrique Cardim responsável pelo grupo de teatro Cia O Castelo das Artes, escreveu uma peça de quase duas horas, com quatro lendas que a Autora escolheu.

Esse projeto que ficou então com quatro livros e uma peça de teatro, foi inscrito no Proac nº 20/2021 e foi contemplado. Em 2022 o trabalho foi levado nas escolas de Ubatuba, Caraguatatuba, São Sebastião e Ilhabela.

21.10.25

Baú Caiçara: Bairro do Perequê em Ilhabela

 Por Edson Souza / Acervo Manoel Marcos

Relembrando um passeio pelo Perequê, em Ilhabela, lá em 2008. O nosso Centro Comercial sempre guarda um detalhe que salta aos olhos e mexe com a memória. Será que alguma dessas imagens te faz lembrar de algo?

1.1.98

História de Ilhabela

 Por Edson Souza

A principal ilha do arquipélago hoje conhecido como Ilhabela foi batizada como Ilha de São Sebastião pelo navegador italiano Américo Vespúcio, que explorava a costa brasileira a serviço da Coroa Portuguesa. A escolha do nome deve-se ao fato de Vespúcio ter avistado a ilha em 20 de janeiro de 1502, dia consagrado ao santo homônimo no calendário cristão.

Muito antes da chegada dos europeus, o lugar já era frequentado pelos tupinambás, que o chamavam de Ciribaí, termo que pode ser traduzido como “lugar tranquilo”. A exuberância natural da ilha, com suas praias de águas cristalinas, cachoeiras e morros cobertas de Mata Atlântica, fazia dela um local ideal de descanso e rituais.

Com a intensificação da presença portuguesa no litoral, também se multiplicaram as aparições de piratas e corsários. A posição estratégica da ilha, entre o continente e o mar aberto, fez com que ela fosse usada como refúgio e esconderijo de tesouros saqueados. Até hoje persistem lendas sobre riquezas enterradas em locais como o Saco do Sombrio, no leste da ilha.

O processo de colonização formal começou em 1608, com a concessão de uma sesmaria a Francisco Escobar Ortiz, posteriormente outra para Diogo de Unhate. A ocupação definitiva impulsionou o cultivo de banana, fumo, cana-de-açúcar e mandioca, além da construção de engenhos de açúcar e aguardente. A mandioca, em especial, segue presente na cultura alimentar das comunidades caiçaras que habitam a ilha até hoje.

No final do século XVII e início do XVIII, a ilha viveu um período de prosperidade com o crescimento dos engenhos e do comércio local. A elevação do povoado à categoria de vila ocorreu somente em 3 de setembro de 1805, quando recebeu o nome de Villa Bella da Princeza Nossa Senhora d’Ajuda, abrigando então cerca de 3 mil habitantes.

A partir da metade do século XIX, com a proibição do tráfico transatlântico de escravizados, Ilhabela passou a servir como ponto clandestino de desembarque de africanos trazidos ilegalmente. Os navios negreiros fundeavam na isolada Baía dos Castelhanos, e os cativos eram forçados a cruzar a ilha a pé, por trilhas de difícil acesso, até alcançar o continente, fugindo da vigilância das autoridades imperiais.

O uso intensivo da mão de obra escravizada permitiu à ilha atingir seu auge econômico no século XIX. Estima-se que havia mais de trinta engenhos de açúcar espalhados pela ilha, o que resultou em grande devastação da vegetação nativa para dar lugar aos canaviais.

Atualmente, Ilhabela é reconhecida tanto por seu valor histórico quanto por suas belezas naturais, preservando um rico patrimônio cultural ligado à tradição caiçara, ao passado colonial e à memória dos povos originários e africanos que moldaram sua identidade.




Livros Sobre Ilhabela

 Catalogado por Edson Souza 


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